BRASILEIRO TEM BOAS EXPECTATIVAS EM RELAÇÃO À TECNOLOGIA

O Índice de Confiança Digital (ICD), que é um estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), indicou que, em uma escala de 1 a 5, o brasileiro tem expectativas positivas sobre a tecnologia, com o índice final chegando a 3,92. A pesquisa, que tem objetivo de medir a confiança de consumidores em diversos setores, também descobriu que a maior parte dos entrevistados sempre espera o melhor da tecnologia, com uma proporção de 4,38, o que representa 91% dos entrevistados. 

Apesar dos jovens que têm entre 13 e 17 anos serem a maior parte que afirmou utilizar a tecnologia para relaxar, também foram os que mais tiveram uma visão pessimista nas respostas, possuindo quatro dos piores desempenhos dentre as sete perguntas do ICD. André Miceli, coordenador do curso de MBA em Marketing Digital, diz que é interessante observar que o total de pessoas que disseram que a tecnologia causa uma sensação de angústia correspondeu por um indicie de 3,05, o que é bem alto.  “O que mais chama atenção é a sensação de angústia e ansiedade, que resulta no pior índice de confiança digital entre todas as outras segmentações por idade”, destaca. 

Outra descoberta que chamou bastante a atenção foi o a reação do público com mais de 65 anos de idade à afirmação “Muitas pessoas vão perder o emprego em função da tecnologia”. De acordo com Miceli, 80% das pessoas dessa faixa etária concordam, mesmo que parcialmente, com essa declaração. “Isso nos leva concluir que esse público é o que mais se sente ameaçado pelos novos recursos”, analisa. 

A pesquisa contou com a participação de mais de 1.158 pessoas, pertencentes a todas as regiões, faixa etária, gênero ou escolaridade.  

(Equipe do site)

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