UMA GREVE FAKE – por Diego Casagrande

Um amigo meu disse que greve é como sexo: se tem que ser na base da força, na marra, é porque não deve acontecer. Pois é. Foi exatamente o que presenciamos na última sexta-feira. A agressividade do sindicalismo brasileiro se explica como síndrome de abstinência antecipada. A reforma trabalhista prevê muitos avanços, incluindo o fim do Imposto Sindical obrigatório. A fonte vai secar.

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O VOTO DO MINISTRO GILMAR MENDES FOI UM DEBOCHE – por José Antonio Rosa

O voto do ministro Gilmar Mendes foi um deboche com as pessoas inocentes que morreram vítimas da violência.

Foi um deboche com os doentes que padecem e morrem como animais abandonados nas filas do SUS e hospitais públicos.

Foi um deboche com os milhões de brasileiros que retornaram para a linha da miséria e da pobreza.

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A CULTURA DO TRABALHO – por Diego Casagrande

Tenho visto a desolação dos jovens filhos de amigos que voltam ao Brasil depois de um tempo no exterior. Lá eles aprendem o que é ganhar seu próprio dinheiro, ter poder de compra, fazer suas escolhas, ser independente. Daí retornam e não conseguem trabalho. Os que nunca saíram não fazem ideia. É consequência natural de um país que não tem liberdade econômica. Além de difícil e arriscado contratar, não existe a cultura de pagar por hora ou por tarefas. O protecionismo de uma legislação fascista ferrou com as oportunidades, liquidou com o trabalho…

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“CHEGAMOS AQUI ATRAVÉS DO VOTO POPULAR!” – Por Percival Puggina

É o que tenho ouvido de muitos congressistas empenhados em drenar da dignidade do voto algumas gotas de virtude para substituir os hectolitros dessa mesma substância moral que deixaram verter pelo caminho.

Como assim, Excelência? Não dá para resgatar a honra do voto popular se ele foi obtido por péssimos meios para ainda piores fins. O que a cada dia fica mais evidente perante os olhos da sociedade brasileira é que um número substancial de mandatos em pleno uso de seu poder de fogo são mandatos usurpados, obtidos fora das regras do jogo e perverteram a representação democrática.

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Os donos do Brasil

Diego Casagrande

Esqueçam aquela frase que você já ouviu em tom de brincadeira: “O Brasil não deu certo, devolvam para os índios”. Pois não é que a Odebrecht subornou até os índios? Um cacique de codinome “tribo” recebia R$ 5 mil de mesada para não atrapalhar os negócios da empresa na floresta. Por certo ia na feira e comprava peixe fresco para assar na taquara em frente à oca…

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