COMUNISTA BABA-OVO DO TIRANO FIDEL É DESTAQUE NA FOLHA

Rumando inequivocamente para a irrelevância, a Folha de São Paulo – como jornal de esquerda que é – insiste em voltar ao passado e viver dele. Adora dar amplos espaços para pessoas e ideologias que já acabaram.

Exemplo? Frei Betto, o comunista considerado o maior baba-ovo brasileiro que o tirano Fidel Castro já teve. Betto mereceu amplo destaque com suas opiniões no jornal. Autor de “Fidel e a religião”, uma tentativa risível de humanizar o ditador que se orgulhava do paredón, ele disse que “voltamos à era do messianismo político, a mesma que gerou Hitler e Mussolini”.

E Lula era o que tio?

A esquerda não suporta perder a hegemonia.

Ele mereceu extensa reportagem no jornal de ontem para dizer que o problema do governo do PT foi que “agarramos o violino com a mão esquerda e tocamos com a direita…”

A reportagem destaca o currículo da figura:

“Frei Betto, 72, é inquestionavelmente um homem de esquerda. Participou da fundação da CUT, serviu de assessor especial ao amigo Lula em seus primeiros anos na Presidência e dá assessoria a movimentos sociais como MST.”

E segue tentando livrar a barra do amigão comunista.

“Nem por isso passa a mão na cabeça do campo progressista. Para ele, a autocrítica “se faz urgente” após uma sucessão de erros em governos petistas. Detrator de Michel Temer, “que perdeu todas as condições de governabilidade” e defensor de uma nova Diretas-Já, o frade dominicano é pessimista com o quadro atual.”

 

 

 

 

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