EFEITOS DAS PARALISAÇÕES NÃO FORAM TÃO GRANDES, DIZ FGV 

O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) e o The Conference Board (TCB) informaram, na terça-feira (17.07), que o Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) fechou o mês de junho com o recuo de 0,1% para o Brasil. Segundo os especialistas, esse recuo é praticamente insignificante e prova que as paralisações dos caminhoneiros não causaram um efeito tão grave como se imagina. 

Para o economista do Ibre/FGV, Paulo Picchetti, nem sempre os indicadores de expectativas conseguem mostrar exatamente o que vai ocorrer adiante, já que o IACE fechou a 112,7 pontos mesmo com as greves. “A recomposição do nível de atividades parece ocorrer de forma a indicar que uma reversão do ciclo econômico por enquanto é pouco provável”, comenta. 

Além disso, o levantamento da FGV mostrou que, das oito séries que compõem o indicador, apenas quatro contribuíram para a queda, sendo a de maior destaque o Índice de Expectativas do Consumidor, que recuou 4,5% no período. A pesquisa também mostrou que o Indicador Coincidente Composto da Economia (ICCE), que mensura as condições da economia, cresceu cerca de 2,2%. 

(Equipe do site)

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