ESPECIALISTA ELENCA ESTÁGIOS PARA ROBOTIZAR A EMPRESA

A especialista Cindy Traver, vice-presidente de operações da RK Logistics, elencou cinco estágios que premeiam a introdução de robôs em uma empresa. De acordo com ela, existe uma cultura de que os robôs irão chegar e ocupar os postos de trabalho dos funcionários, no entanto, ela garante que esse processo é muito mais complexo.

Nesse cenário, ela argumenta que o medo é o primeiro estágio. “Obviamente, as pessoas estavam nervosas por estarmos substituindo-as por robôs – que eles perderiam seus empregos”, afirma. No entanto, Denis Niezgoda, líder de Acelerador de Robótica da DHL, na Holanda, diz que “a interação homem-máquina só funciona se ambas as partes aceitarem uma a outra – você pode trazer a melhor tecnologia para um depósito, mas nada funcionará se a força de trabalho for não aceitar a tecnologia”.

O segundo estágio é a apreensão, porque normalmente as pessoas não entendem o funcionamento e não sabem como ele vai se comportar. “Quando ouvimos ‘robô’, estávamos preocupados que ele realmente fosse inteligente e desse muito trabalho”, diz Iniguez. “Mas quando nós finalmente vimos, pensamos: esse robô apenas leva as coisas de um lugar para outro. E é isso”, comenta.

De pois vem a curiosidade para entender a fundo os serviços prestados pela máquina e a tolerância. “No começo, as pessoas não se lembravam de que os robôs estavam lá para serem usados, mas em alguns dias a taxa de utilização aumentou à medida que as pessoas se familiarizavam com o robô como ferramenta. Tinha uma mentalidade de: este é apenas outro tipo de equipamento que usamos”, diz Niezgoda.

Por fim, temo a satisfação, em que os robôs se tornam não apenas ferramentas, mas também colaboradores que são parte integrante da empresa e realizando tarefas importantes.

(Equipe do site)

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