PRESIDENCIÁVEIS DEFENDEM CORTE DE BENEFÍCIOS   

Os assessores de campanha dos candidatos à presidência da república afirmam que os presidenciáveis planejam cortar benefícios para equilibrar as contas da União. De acordo com o economista do PSOL, Marco Antônio Rocha, assessor de Guilherme Boulos, estão previstas maiores contrapartidas ao setor privado. 

“Outra questão importante são os benefícios, renúncias e incentivos fiscais ligados a programas de promoção do setor produtivo, algo em torno de R$ 54 bilhões. Podemos manter essa mesma dotação de recursos, que é significativa, porém impondo maiores contrapartidas ao setor privado”, disse. 

Para Mauro Benevides Filho, que assessora Ciro Gomes, do PDT, é necessária uma revisão de cortes e aumentos o mais rápido possível. “Vamos passar ponto a ponto de todos os aumentos, de todas as diminuições, para que esse encontro se dê da forma mais rápida possível. Inclusive estamos propondo que essa recomposição seja feita em 24 meses”, falou. 

Ana Paula Oliveira, que coordena a campanha de Álvaro Dias (Podemos), Paulo Guedes, representante do candidato Jair Bolsonaro (PSL), e os economistas de Marina Silva (Rede) defendem a redução de incentivos fiscais. Para Pérsio Arida, representante econômico de Geraldo Alckmin (PSDB), os benefícios aos mais ricos não fazem sentido. 

(Equipe do site)

 

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