Foi adiado para o próximo dia 4 de abril o julgamento do habeas corpus preventivo impetrado pela defesa do ex-presidente Lula. Com isso, mesmo que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) rejeite os embargos de declaração no julgamento da próxima segunda-feira (26.03), o juiz Sergio Moro não poderia expedir um eventual pedido de prisão contra o petista.

No Supremo, o placar foi de 6 a 5 em favor de não seguir com o julgamento do hábeas devido à falta de tempo que, segundo a maioria dos magistrados, poderia prejudicar o pedido urgente. O ministro Luís Roberto Barroso foi um dos contrários aos pedidos da defesa de Lula, justificando que “um presidente da República deve ser tratado como qualquer brasileiro”.

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