Existe um consenso entre especialistas de que o Brasil precisa exercitar seus valores capitalistas e sua força empreendedora para se destacar no cenário econômico global.  O economista e fundador do Instituto Estudos Empresariais (IEE), Roberto Rachewsky , defende que o País precisa defender a livre iniciativa e a propriedade privada, ideias que trouxeram resultados impressionantes para potências como Suíça, Japão, Chile, Hong Kong e Estados Unidos. 

O economista afirma que para que o Brasil possa se tornar rico é necessário primeiro que a população desenvolva seu próprio autointeresse para só depois aplicá-lo em um contexto que envolve um todo. Rachewsky acredita que o brasileiro deve abandonar ideias coletivistas e pensar mais individualmente. “Assim como riqueza nacional não existe, interesse nacional também não. A riqueza nacional não existe para ser distribuída, é a riqueza individual que deve ser criada e o seu somatório serve apenas para fins estatísticos”, destaca. 

Além disso, o economista explica que o individualismo ainda é visto com muito preconceito, isso porque as pessoas encaram o sentido da palavra de modo errado. Ele diz que ser individual não significa se isolar, mas sim ” cooperar e transacionar com o maior número de pessoas” e ter a clara noção de que é necessário cuidar de interesses pessoais de forma racional antes de desenvolver ideais nacionalistas. “Precisamos de três choques para tirar o Brasil do atoleiro, um choque de realidade, um choque de liberdade e um choque de personalidade”, conclui. 

(Equipe do site)

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