A estagnação da economia, juntamente com a aprovação da reforma da Previdência, pode levar o Banco Central (BC) a reduzir juros no final do mês. De acordo com João Borges, que já trabalhou na GloboNews, ‘O Estado de S. Paulo’, ‘O Globo’ e no próprio Banco Central, não terão mais argumentos que suplante essa taxa de juros existente. 

“O que fará então o Banco Central? A resposta poderá vir no dia 31, data de reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Caso a câmara confirme a expectativa e aprove a reforma da previdência, o Copom não terá mais argumentos para manter a taxa de juros como está, em 6,5% ao ano”, escreveu ele em um artigo publicado no G1. 

Além disso, ele afirma que “os demais fatores que recomendam a redução da Selic já estão postos à mesa: a economia pode ter fechado o primeiro semestre em recessão técnica (dois trimestres consecutivos de queda) a inflação mensal perto de 0% e projetando ficar bem abaixo da meta de 4,25% para este ano. E o desemprego acima de 12%”, conclui. 

(Equipe do site)

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