O presidente do Bradesco, Octavio de Lazari Júnior, afirmou que a reforma da Previdência poderá fazer com que o capital estrangeiro bata recordes de investimento. De acordo com ele, é estimado que US$ 85 bilhões tenham sido aportados no país no ano passado.

“As perspectivas [em Davos] foram de investir logo no Brasil, mais que no ano passado. Com a aprovação das reformas, ao menos a da Previdência, esses investimentos virão quase que naturalmente. Ele [Jair Bolsonaro] tem certeza disso já faz tempo porque essa pauta não é dele, é do Brasil, é do povo”, diz o executivo, afirmando que o Brasil está bem no cenário, se levada em conta a atual situação econômica do País, em comparação a México, Índia, Argentina e Chile.

Segundo Maurício Minas, membro do conselho de administração do banco, depois que o País saiu da crise, existe uma demanda que está reprimida por investimentos em infraestrutura. “Os preços dos ativos brasileiros estão baixos. Com a aprovação da nova Previdência, primeiro virão recursos voláteis, para ativos em Bolsa e renda fixa. Depois, investidores mais institucionais”, comenta.

“A agenda econômica é perfeita, mas a dúvida é quanto à capacidade de execução. Hoje, há um otimismo no exterior maior do que antes de Davos, pelo que se ouviu aqui”, conclui ele.

(Equipe do site)

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