A equipe do Ministro da Economia, Paulo Guedes, que está trabalhando no sistema de capitalização da reforma da Previdência, cujo texto deve ser enviado em breve para o Congresso Nacional, afirmou que pode incluir um aporte patronal no acúmulo das contribuições individuais. De acordo com um texto publicado pelo portal Estadão, nesse modelo o patrão paga um percentual sobre a contribuição de seu empregado.

Segundo o professor de finanças do Coppead/UFRJ, Carlos Heitor Campani, o Chile trabalha com um modelo de capitalização parecido com o proposto por Guedes, que não pode ser copiado integralmente devido às diferenças entre os dois países, como o tamanho por exemplo. “Medidas mais drásticas de mudança para o regime de capitalização eram mais fáceis de passar no sistema político [daquela época], já aqui no Brasil encontraríamos bem mais dificuldades”, comenta.

Na capitalização, o segurado contribui de forma individual para uma conta no estilo poupança, onde o benefício será calculado com base nesses depósitos quando o trabalhador tiver a idade mínima exigida para começar a sacar o dinheiro. De acordo com o portal esse sistema é quase o mesmo utilizado para os contribuintes que são servidores públicos e que tem aporte da União.

(Equipe do site)

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