Alan García, que governou o país por dois mandatos (1985 – 1990/2006 – 2011), se trancou no quarto e atirou contra a própria cabeça quando policiais chegaram para prendê-lo em sua residência.

Ele estava sendo investigado e seria preso no escândalo de propinas da Odebrecht, que também abala o país andino.

A ordem de prisão aponta que recebeu US$ 100 mil como propina, disfarçados como pagamento por uma conferência dada em 2012 no Brasil.

Em uma entrevista ontem o ex-presidente declarou: “Acredito na vida após a morte”.

García tentou recentemente obter asilo do Uruguai, mas o governo daquele país negou o pedido.

O ex-presidente era o principal líder da APRA (Aliança Popular Revolucionária Americana), partido de centro-esquerda fundado em 1924 e filiado à Internacional Socialista.

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