A política brasileira deverá romper um ciclo que vinha ocorrendo a tempos e passar a ser pautada pela economia, e não ao contrário. Foi isso que informou o consultor norte-americano Christopher Garman, que é cientista político responsável pelas áreas das Américas e da Eurásia.

“Se a gente olhar o que aconteceu no Brasil nos últimos cinco anos, a política é que pautou a economia. Grandes eventos políticos pautaram a economia. Dilma ganha a reeleição ou não ganha, vai ser ‘impeachada’ ou não vai? O Temer vai ou não fazer a reforma? Quem vai ganhar a eleição, Haddad ou alguém amigável ao mercado? O novo presidente vai fazer a reforma da Previdência? São grandes eventos políticos, cujos resultados passaram por decisões econômica”, comentou ele, em entrevista para o portal Estadão.

De acordo com ele, caso a economia não se recupere no próximo ano e o Produto Interno Bruto (PIB) fecha muito baixo, é possível que essas situações influenciem diretamente na posição do Congresso Nacional. “Hoje nós temos um governo que não tem maioria, mas o Congresso está amigável com o mercado”, conclui.

(Equipe do site)

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