A folha de pagamento do funcionalismo do governo federal irá crescer cerca de 14% acima da inflação entre os anos de 2017 e 2019. De acordo com cálculos do economista-chefe da Tullet Prebon, Fernando Montero, o próximo presidente irá se deparar com um aumento de 4,4% nas despesas com o pagamento de salários, aposentadorias e pensões.

O economista explica ainda que o presidente Michel Temer teria economizado cerca de R$ 6,9 bilhões caso não tivesse mantido o aumento nos salários dos servidores públicos. No entanto, presidente do Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco), Claudio Damasceno, alega que o funcionalismo não tem culpa da situação do país.

“O funcionário público não é o vilão pelo fato de o País não conseguir fazer investimentos. O que mais consome o dinheiro do Orçamento é pagamento de juros da dívida pública, não o sustento da máquina. O governo decidiu cumprir a lei aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo próprio governo. É o respeito a um contrato”, comenta.

(Equipe do site)

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