O governo federal resolveu destravar algumas pequenas obras paradas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), com o valor entre R$ 500 mil e R$ 10 milhões, na reta final da votação da reforma da Previdência. Esses empreendimentos estavam parados pelo menos desde dezembro de 2018, que era o prazo final para o término das obras.

“O sujeito chegou até 30 de dezembro de 2018 e tinha 90% da obra executada. Mesmo havendo dinheiro para terminar, ele não ia conseguir. Então está sendo estabelecido um novo prazo, para um conjunto menor, que foram essas que sobraram. Se nos últimos anos e mesmo com o estímulo anterior à [portaria] 348 [de 2016], a obra não conseguiu passar nem de 20%, não há nada que indique agora que vá conseguir fazer os outros 80% ou 85% durante um ano”, diz Miguel Ragone de Mattos, secretário-executivo-adjunto do Ministério da Economia.

De acordo com o deputado federal Vicentinho Junior (PL-TO) imperou o bom senso nesta decisão. “O governo entendeu que era muito mais barato e viável terminar o que já estava começado, dando condições orçamentárias e financeiras para os municípios, estados e para o próprio governo, do que começar a obra do zero”, conclui.

(Equipe do site)

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