A teoria da inovação disruptiva, que se baseia no conceito de mudar o estado atual de uma tecnologia por meio de inovação e não evolução, deve ir ao encontro do conceito de gêmeo digital, que permite simular todos os processos de uma empresa e obter respostas em um ambiente seguro e sem riscos, fidedigno ao modelo real. Foi isso que afirmou Fernando Munhoz Motta, Process Intelligence Leader na gA, companhia global de tecnologia que utiliza plataformas digitais e serviços de transformação para capacitar grandes empresas nas Américas e na Europa, em um texto publicado no portal https://itforum365.com.br.

“Mas qual o ponto de encontro entre as tendências da inovação disruptiva e dos gêmeos digitais? Em soluções que permitem, a partir de dados coletados em diversas fontes, realizar um mapeamento dos processos da empresa, com base em fatos e não apenas suposições. Desta forma, os tomadores de decisões conseguem inovar com disrupção e sem se preocupar com os possíveis impactos em suas operações. É aqui que essas duas tendências se convergem”, comenta.

No entanto, para chegar a esse patamar é preciso aplicar os conceitos de Process Intelligence, Data Analytics e Machine Learning para espelhar as empresas e, assim, gerar o seu Gêmeo Digital. “Com isso, cada passo pode ser monitorado, em tempo real, possibilitando a análise, a simulação e a validação das ideias antes da sua aplicação. Por meio dessas tecnologias também são identificadas as variáveis do processo, e não apenas o “caminho feliz” ou a “única saída”, além dos gargalos, das atividades desnecessárias, dos retrabalhos, dos problemas de compliance, das pessoas envolvidas, entre outros”, conclui.

Deixe uma resposta

Fechar Menu