O Partido dos Trabalhadores está registrando um isolamento nos estados que não é tão grande desde 1998. Dos 27 estados, apenas 16 possuem candidatos do partido para o cargo de governador e cinco contam apenas com apoio do PC do B, que está também na chapa para a presidência da República. 

O partido só conta com um grande número de partidos em uma coligação apenas nos estados de a Bahia, Acre, Ceará e Piauí.  Em Minas Gerais, o governador Fernando Pimentel (PT), terá como parceiros na chapa o PC do B, PR e DC, assim como no Rio Grande do Norte que conta com apenas o PC do B e PHS estão na coligação. 

Em uma média geral, o PT terá 3,7 partidos aliados para cada candidato a governador, o que não acontece desde 1998, ano antes de Luiz Inácio Lula da Silva ascender à presidência da República. Em 2014 a média de partidos na coligação era de 6 e em 2010, ano da primeira eleição de 2010 era de 8. 

Para a presidente do partido, a senadora Gleisi Hoffman, a falta de partidos aliados não está abalando a campanha do ex-presidente, que se encontra preso pela Operação Lava Jato. “Isolados estão os candidatos dos golpistas de [Michel] Temer e do PSDB. Nós contamos com a força do povo”, diz. 

 Além disso ainda existem estados em que o partido conta com apoio de outras siglas em âmbito estadual, mas não nacional, como no caso do Tocantins, o PT apoia o candidato Marlon Reis (Rede), que faz campanha por Marina Silva (Rede).

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