Os partidos que estão estreando no cenário eleitoral em nível nacional nesse pelito de 2018 correspondem a apenas 5,9% de todas as candidaturas, percentual que representa um total de 1.606 registros de candidatos. Do total, o Novo, do candidato à presidência da República João Amoêdo, tentará eleger 774 candidatos, a Rede de Marina Silva 414 e o PMB com 418. 

De acordo com Adriana Monteiro, candidata a deputada estadual em São Paulo pela Rede, os partidos novos acreditam que a estrutura partidária e o uso de dinheiro não são fundamentais para vencer a eleição. Segundo ela, que já concorreu antes pelo PSB em 2014, a mesma trabalhou como voluntária para recolher assinaturas e criar o partido. 

“Quando comecei a me interessar pela política, percebi como era difícil participar de um partido sem ter contatos nem sobrenome de família política. A Rede incentiva novas lideranças”, comenta. 

Esses partidos, no entanto, foram os primeiros a definirem seus pré-candidatos, enquanto as siglas tradicionais esperaram até o último momento. 

(Equipe do site)

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  1. Acho importante ressaltarmos que há partidos já existentes que, digamos assim, se “refundaram” ou ao menos mudaram o nome e o enfoque, como p. ex. o PSL do Bolsonaro, que mudou de perfil com a entrada dele, e o PODEMOS do Álvaro Dias, que mudou de nome e, aparentemente, de perfil político com Romário e outros (antes era um daqueles nanicos genéricos nanicos, o PTN).

    De qualquer forma, todos esperamos que haja uma renovação não apenas no sentido de tirar os corruptos mas também de reduzir o número de esquerdistas e adoradores do gigantismo estatal.

    Saudações a todos!

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