O futuro ministro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, indicou que o próximo governo irá extinguir o Ministério do Trabalho e dividir suas funções em três pastas diferentes que já existem atualmente. De acordo com ele, as atribuições da pasta serão divididas entre Economia, Cidadania e Justiça.

“O atual Ministério do Trabalho como é conhecido ficará uma parte no ministério do doutor [Sergio] Moro, outra parte com Osmar Terra e outra parte com o Paulo Guedes, lá no ministério da Economia, para poder tanto a parte do trabalhador e do empresário dentro do mesmo organograma”, afirma.

Nesse cenário, a declaração vai contra o que disse o presidente eleito Jair Bolsonaro em durante o mês de novembro. Segundo Lorenzoni, Sergio Moro irá ficar com a responsabilidade de fiscalizar os erros e as irregularidades que ocorriam anteriormente dentro do ministério.

“A face mais visível, e que a imprensa brasileira registrou por inúmeras vezes os problemas que ocorriam naquela pasta, de desvios, problemas graves de corrupção, então aquele departamento ou secretaria do ministério do Trabalho que cuida disso, vai lá pro doutor Moro, vai ficar no ministério da Justiça e da Segurança”, comenta.

“Nós vamos ter 20 ministérios funcionais. E tem dois que são eventuais, caso do Banco Central, que quando vier a independência deixa de ter status, e o segundo AGU (Advocacia-Geral da União), pretendemos fazer ajuste constitucional, e quando tiver definido”, conclui.

(Equipe do site)

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