O Superior Tribunal de Justiça (STJ) informou que ao menos 9 governadores e ex-governadores respondem por 52 processos enquanto a Corte decide sobre a restrição do foro privilegiado. Levando em consideração que existem investigações sigilosas, que podem aumentar o número, ao todo são 16 ações penais, 26 inquéritos e 10 sindicâncias.

De acordo com o STJ, dentre todos os processos existem denúncias por fraude em licitações, improbidade administrativa e crimes eleitorais, contra o meio ambiente e até um caso de homicídio contra o governador do Piauí, Wellington Dias (PT-PI). Ele foi acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) por homicídio culposo devido a possível negligência no caso de um desabamento da Barragem Algodões I em 2009, durante o seu segundo mandato.

Além de Dias, os outros cinco governadores em atividades que são alvos de processos são Luiz Fernando Pezão (MDB-RJ), Fernando Pimentel (PT-MG), Waldez Goés (PDT-AP), Ricardo Coutinho (PSB-PB) e Robinson Faria (PSD-RN). Além deles, outros três ex-governadores fecham a conta, são eles Beto Richa (PSDB-PR), Marconi Perillo (PSDB-GO) e Confúcio Moura (MDB-RR).

Dentre os políticos que mais respondem por ações no STJ estão Pimentel, que foi citado por 14 delatores e Pezão, que responde por crimes contra a administração pública e lavagem de dinheiro.

(Equipe do site)

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