Informações coletadas pela Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e divulgadas pelo portal da Folha de São Paulo indicam que aumentou a parcela de mulheres de 30 a 49 anos que ocupam cargos de gerência e diretoria no setor formal. Desse modo, os números passaram de 32,3% e 31,9%, em 2003, para 39,2% e 42,4%, em 2017, respectivamente. 

De acordo com a consultoria Great Place to Work (GPTW), que também aplicou pesquisas dessa natureza, os avanços foram maiores que a alta de 41,5% para 45% na participação feminina dessa faixa etária no mercado formal como um todo. Além disso, de 1997 a 2018, a parcela de mulheres em cargos de chefia nas 150 melhores empresas para trabalhar no Brasil cresceu de 11% para 42%. 

Para Claudia Politanski, vice-presidente e membro do comitê-executivo do Itaú Unibanco, algumas políticas precisam ser melhoradas para que os números continuem aumentando. No caso do banco, foram adotados os Princípios de Empoderamento das Mulheres (WEP) propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU). 

“Não temos mais dúvidas de que o momento da licença-maternidade é dramático. Como as mulheres eram consideradas café com leite porque não haviam trabalhado o ano inteiro, deixavam de se qualificar, por exemplo, para posições de promoção”, comentou.

(Equipe do site) 

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