O plano de governo apresentado pelo até então candidato e ex-presidente da República pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva, propõem fim de privilégios, mudanças nas delações premiadas e nas leis de combate a corrupção. De acordo com a campanha do político, que está condenado e preso pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva, o intuito é “evitar a criminalização da política”. 

“[o plano propõe] Uma reforma do sistema de Justiça. [A] pauta do combate à corrupção não pode servir à criminalização da política. Ela não legitima a adoção de julgamentos de exceção, o atropelamento dos direitos e garantias fundamentais ou a imposição de uma agenda programática que visa privatizar os serviços e o patrimônio público”, diz parte do texto. 

Além disso, o plano cita o fim de privilégios como auxílio moradia para juízes e prega a garantia de igualdade social. Em um país tão marcado por desigualdades históricas e estruturais de classe, de raça e de gênero, a elitização das carreiras do sistema de Justiça amplia fossos entre o mundo do Direito e a vida das pessoas comuns”, finaliza. 

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