As chamadas cidades sustentáveis, ou Smart Cities, podem garantir mais tecnologia, colaboração e qualidade de vida aos seus moradores. Foi isso que afirmou Sidarta Varela, graduando em Sistemas de Informação do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Foi Presidente Executivo no CiTi — Empresa Júnior do Centro de Informática da UFPE, Presidente do Conselho na Federação Pernambucana das Empresas Juniores de Pernambuco (FEJEPE), participando da Co-construção do Planejamento estratégico da Rede para 2019-2021. 

“Por meio da aplicação de conceitos e ferramentas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), buscam melhorar a qualidade de vida das pessoas e de serviços essenciais nas áreas da saúde, educação, segurança, finanças, entre outros setores. A ideia central é desenhar junto às prefeituras projetos para interligar todos os serviços como hospitais, pronto socorro, escolas, secretarias, praças públicas etc. A missão é construir com as autoridades locais um modelo que traga inclusão digital para as cidades”, escreveu ele no portal especializado, itforum365.com.br. 

De acordo com ele, o Brasil está mais perto do que se imagina nesse conceito inovador. “Nas últimas eleições para as prefeituras municipais, 81% dos planos de governos apresentados para as campanhas tiveram propostas para investimentos diretos em tecnologia”, completa. 

“As possibilidades e benefícios para a população são muitos. Os pilares para atingirmos e a catalisação da criação de smart cities são claros: tecnologias inovadoras de interação, cidadãos e governo. Com toda sociedade fazendo sua parte, conseguiremos tornar nossa economia cada vez mais digital e colaborativa”, completa. 

(Equipe do site)

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