As tecnologias de big data e machine learning conseguem melhorar a análise de risco, o que pode mudar a maneira de aprovação de crédito que é feita hoje, incluindo milhões de brasileiros nesse mercado. De acordo com Breno Costa, diretor da Neurotech, em um texto publicado no portal especializado itforum365.com.br, a busca por soluções para inclusão da população no sistema de concessão de crédito sempre foi um desafio.

“A criação do cadastro positivo por si só não resolve o problema e as novas tecnologias têm se mostrado ferramentas úteis e capazes de ajudar nesse processo, pois conseguem apontar uma parcela que não é identificada pelos birôs tradicionais de crédito. Graças ao cruzamento de informações públicas e georeferências, soluções que fazem uso de big data e machine learning conseguem refinar a análise de risco, o que pode mudar a forma de aprovação de crédito tanto para quem já estava no sistema bancário como para os desbancarizados”, comenta.

Além disso, com uma solução implantada para um banco digital, por exemplo, foi possível identificar que 35% da base de clientes desconhecidos pelo mercado de crédito, tinham inadimplência 50% menor que a média. “O potencial é bom. Dados da Associação Nacional das Empresas de Recuperação de Crédito (Aserc) indicam que somente os desbancarizados brasileiros movimentam mais de R$ 650 milhões ao ano”, completa.

(Equipe do site)

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